sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Construção Coletiva: contribuições à educação de jovens e adultos.
A educação pública de qualidade é uma das principais vias para
construção de uma sociedade mais justa, solidária e democrática.
Nesse sentido, constitui-se em uma poderosa ferramenta para a
mudança social. Em primeiro lugar, porque a educação é o elemento
fundamental para o desenvolvimento pessoal e para a realização da
vocação de ser humano. Segundo, porque é o caminho para formar
pessoas sensíveis para as questões que afetam a todos e a grupos
minoritários, para a prática da liberdade e para o exercício da cidadania.
Terceiro, porque é uma das vias para a ampliação do processo
produtivo e desenvolvimento tecnológico do país. Quarto, porque
é o caminho para a mobilização social, sem a qual as mudanças não
se viabilizam, a modernização não distribui seus frutos e não se
superam as desigualdades e a exclusão.
No processo de construção, os educadores são agentes sociais
fundamentais, responsáveis por concretizar princípios em práticas
educativas, sem os quais os desafios ainda presentes no campo
educacional brasileiro não poderiam ser enfrentados. Esta coletânea
se destina aos educadores de jovens e adultos, pelo reconhecimento
do papel central que desempenham na educação e no
desenvolvimento humano, com o objetivo de apoiar e fortalecer as
ações que empreendem.
http://unesdoc.unesco.org
A IMPORTANCIA DE RECURSOS MULTIMIDIA NA APRENDIZAGEM ESCOLAR
A utilização de Tecnologias multimídia nas salas de aula vem ganhando cada vez mais
importância no campo educacional. Sua utilização como ferramenta para facilitar a aprendizagem e
sua ação na sociedade vem crescendo rapidamente entre nós. Nesse sentido, a educação vem
passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essas novas tecnologias.
Aprender com a tecnologia é quando o aluno aprende usando-as como ferramentas que o
apóiam no processo de reflexão e de construção do conhecimento (ferramentas cognitivas). Nesse
caso a questão determinante não é a tecnologia em si mesma, mas a forma de encarar essa mesma
tecnologia, usando-a, sobretudo, como estratégia cognitiva de aprendizagem. (JONASSEN 1996).
As atividades digitais multimídia, na sua maioria, possuem grande apelo visual, acabam
encantando pelo layout com cores vibrantes, som e movimento e fascinando até o professor que se
impressiona com a interface colorida, o áudio e os vídeos (Prieto etal. 2005).
Como muitas dessas tecnologias já são acessíveis ao nosso ambiente escolar desenvolvemos
este projeto com intuito de melhorar seu uso e acesso tanto por alunos quanto por professores e
dessa forma obter melhores resultados no ensino-aprendizagem, tornando a rotina escolar mais
interessante e despertando a curiosidade e a vontade de aprender coisas novas por parte dos alunos.
Funcionando também como forma de inclusão digital aproximando os indivíduos que estão
distantes dos meios tecnológicos.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
No Brasil, o Ministério da Educação iniciou no final de 2007 o projeto de pesquisa e
desenvolvimento de um sistema multimídia com capacidade de projeção voltado para escolas da rede
pública. Esse produto foi idealizado pelo Secretário de Educação a Distância Carlos Eduardo
Bielschowsky e pelo Diretor de Infraestrutura em Tecnologia Educacional José Guilherme Moreira
Ribeiro.
A utilização dos equipamentos multimídia possibilitará a criação de novos métodos no auxilio
da transmissão do conhecimento, desenvolverá as capacidades dos indivíduos na sua formação
profissional preparando-o para o mercado de trabalho que a cada dia necessita de pessoas
capacitadas em áreas que envolvam a tecnologia.
O “aprender” se refere à chance de terem maior abrangência dos tópicos e maior variedade de
exemplos, comparado ao que é possível de ser contemplado através dos livros em aulas teóricas.
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
XX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO (2009)
FLORES, Angelita Marçal - A Informática na Educação: Uma Perspectiva Pedagógica – monografiaUniversidade do Sul de Santa Catarina 1996 –
http://www.hipernet.ufsc.br/foruns/aprender/docs/monogr.htm (nov/2002)
FRÓES,Jorge R. M.Educação e Informática: A Relação Homem/Máquina e a Questão da Cognição -
http://www.proinfo.gov.br/biblioteca/textos/txtie4doc.pdf
GOUVÊA, Sylvia Figueiredo-Os caminhos do professor na Era da Tecnologia - Acesso Revista de
Educação e Informática, Ano 9 - número 13 - abril 1999.
JONASSEN, D. (1996), "Using Mindtools to Develop Critical Thinking and Foster Collaborationin
Schools - Columbus
LÉVY, Pierre.- As Tecnologias da Inteligência. Editora 34, Nova Fronteira, RJ, 1994.
VALENTE, José Armando. "Informática na educação: a prática e a formação do professor". In: Anais
do IX ENDIPE (Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino), Águas de Lindóia,1998p. 1-1
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
O QUE É EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA?
A presencial é a dos cursos regulares, em qualquer nível, onde professores e alunos se encontram sempre num local físico, chamado sala de aula. É o ensino convencional. A semi-presencial acontece em parte na sala de aula e outra parte a distância, através de tecnologias. A educação a distância pode ter ou não momentos presenciais, mas acontece fundamentalmente com professores e alunos separados fisicamente no espaço e ou no tempo, mas podendo estar juntos através de tecnologias de comunicação. Na medida em que avançam as tecnologias de comunicação virtual (que conectam pessoas que estão distantes fisicamente como a Internet, telecomunicações, videoconferência, redes de alta velocidade) o conceito de presencialidade também se altera. Poderemos ter professores externos compartilhando determinadas aulas, um professor de fora "entrando" com sua imagem e voz, na aula de outro professor... Haverá, assim, um intercâmbio maior de saberes, possibilitando que cada professor colabore, com seus conhecimentos específicos, no processo de construção do conhecimento, muitas vezes a distância.O processo de mudança na educação a distância não é uniforme nem fácil.
Iremos mudando aos poucos, em todos os níveis e modalidades educacionais. Há uma grande desigualdade econômica, de acesso, de maturidade, de motivação das pessoas. Alguns estão preparados para a mudança, outros muitos não. É difícil mudar padrões adquiridos (gerenciais, atitudinais) das organizações, governos, dos profissionais e da sociedade. E a maioria não tem acesso a esses recursos tecnológicos, que podem democratizar o acesso à informação. Por isso, é da maior relevância possibilitar a todos o acesso às tecnologias, à informação significativa e à mediação de professores efetivamente preparados para a sua utilização inovadora.
INTERNET OU PROFESSOR? QUEM SERÁ O EDUCADOR DO SÉCULO XXI?
O Uso da Internet na Educação
Com a Revolução da Informação, a Internet passou a estar presente em quase todos os lugares do mundo e a dinamizar a busca do conhecimento. Informações que antes eram obtidas com muita pesquisa e esforço, hoje podem ser acessadas em minutos (às vezes até segundos) através de qualquer site de busca na Internet. Por isso, a educação, procurando oferecer uma formação que seja adequada às novas necessidades da vida moderna, vem introduzindo a Internet como uma nova ferramenta de ensino.
Os Obstáculos ao Uso da Internet na Educação
Apesar dos inúmeros benefícios que a Internet pode proporcionar à educação, ela vem encontrando vários obstáculos para ser implantada no ensino.
Grande parte das pessoas, principalmente os pais de alunos, têm se mostrado desfavoráveis ao uso de computadores e da Internet na educação. Isso porque, muitas vezes, essas pessoas não tiveram contato com a tecnologia e por isso não conseguem assimilar a importância da ajuda dessas ferramentas no campo educacional e vêem a tecnologia como a inimiga que irá tirar empregos e acabar com todo o contato humano que ocorre nos processos de ensino.
Além da desconfiança, também são apontados problemas como o fato da maioria das páginas e softwares serem em inglês e a possível utilização da Internet no horário escolar para a busca de informações banais. Quanto ao primeiro empecilho citado, não o encaramos como um problema, e sim como uma ajuda ao ensino, afinal a Internet acabará estimulando os alunos a aprenderem inglês. Além disso, se o site (página) ou software possuir bons recursos visuais e interatividade, os usuários poderão compreender por dedução as palavras desconhecidas e, assim, passarão a treinar seu inglês de forma natural e eficiente. Já a dispersão que a "navegação" em sites de cultura inútil pode provocar é um obstáculo que pode ser vencido através da elaboração de um bom projeto pedagógico. É importante que seja elaborado um roteiro de trabalho que inclua algum tempo para que os alunos se familiarizem com a Internet e matem a sua curiosidade sobre a rede, para depois poderem se concentrar nas informações que realmente lhes serão úteis na construção do conhecimento.
Ainda entre os obstáculos para o uso da "Internet Educativa" encontramos a questão da especialização dos professores. É obvio que não podemos simplesmente equipar as salas de aula com computadores ligados à Internet e pedir que os professores dêem suas aulas com estes equipamentos sem antes nos certificarmos de que eles possuem conhecimentos suficientes para fazer uso dessa tecnologia em prol da educação. Para solucionarmos esse problema é necessário remodelar os cursos de licenciatura, incluindo em seus currículos disciplinas que ofereçam aos professores meios de reconhecer, avaliar e aplicar as possibilidades de uso dos computadores e da Internet na prática educativa. Projetos como esse já estão sendo usados em cursos de especialização e treinamento de professores como o Curso de Especialização em Informática na Educação da UFPE e o Programa de Informatização das Escolas Públicas do Ceará, o que prova que a corrida pela informatização e pelo uso da Internet nas escolas brasileiras já começou, e que os educadores e o governo estão se esforçando para superar todos os obstáculos que surgirem nessa busca por uma educação mais qualificada.
O Papel do Professor
A introdução do uso de computadores e da Internet no ensino, visando a melhoria da aprendizagem dos conteúdos curriculares gerais deve iniciar mudando a postura do professor e do aluno e fazendo com que o uso de laboratórios de informática se torne um hábito. Introduzir a informatização no ensino baseia-se em preparar professores para orientar o uso da tecnologia, para que possam ser construídos projetos pedagógicos onde a Internet esteja presente como uma ferramenta do ensino.
Computadores e Internet não combinam com aulas tradicionais, nas quais o professor "despeja" informações e os alunos executam ordens. Aprender a manejar um computador é simples, porém abandonar o controle e repensar a estrutura das aulas não é tão fácil.
Quando a escola adota uma tecnologia inovadora como a informática, é necessário alterar a pedagogia conservadora, para que os efeitos do ensino informatizado não se tornem limitados, pois uma utilização adequada da Internet como instrumento de ensino amplia as possibilidades dos professores e enriquece seu modo de ensinar. A informatização no ensino deve provocar mudanças pedagógicas, e não "automatizar o ensino" ou, como nos Estados Unidos, promover a alfabetização em informática.
O relacionamento entre aluno e professor deverá mudar. É necessário que tanto o educador quanto o aprendiz tenham intimidade e simpatia pelo computador e pela Internet, assim eles podem acessá-la com facilidade, oferecendo a oportunidade para que a sociedade em geral perceba a necessidade e as vantagens do uso da Internet no ensino.
Ao assumir o papel de tutor na Educação Informatizada, o docente se põe a disposição do aluno para auxiliá-lo na construção do próprio caminho. O professor não dará mais aulas, ele orientará a aprendizagem dos alunos, ajudará no esclarecimento de suas dúvidas, identificará dificuldades, irá sugerir novas leituras ou atividades, organizará novas formas de estudo ...
O processo de implantação da Internet no ensino levará tempo, não acontecerá de repente. É um processo que inicia lentamente e continuará sempre em andamento. Para que esse processo não seja interrompido por problemas pedagógicos é necessário introduzir também um projeto onde os professores participem de cursos, visitas e assessorias a fim de aprender a ensinar com a ajuda da Internet e a saber como se portar em cada situação que poderá surgir.
Referências Bibliográficas
APRENDA com o computador. Home PC, Ed. Especial, n. 3, p. 38-41,
mar. 1995.
BOLL, Cintia Inês. Internet e Professores do Ensino Fundamental.
http:// www.niee.ufrgs.br/~alunospg99/cintia/cintia.html
CAMPOS, Fernanda C. A.; CAMPOS, Gilda H. B. de; ROCHA, Ana Regina. Tradicionalismo X Inovação: A Informática Educativa nas Escolas Brasileiras. In : CONGRESSO NACIONAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE COMPUTAÇÃO ( 1999: Rio de Janeiro). Anais... Rio de Janeiro: Entre Lugar ,1999. v.1. p. 613-624
COSTA, Rosa Maria Moreira da. A nova demanda das licenciaturas: informática na educação. In : CONGRESSO NACIONAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE COMPUTAÇÃO ( 1999: Rio de Janeiro). Anais... Rio de Janeiro: Entre Lugar ,1999. v.1. p. 645-648.
CRUMLISH , Christian. O Dicionário da Internet. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
DIAS, Maria Costa; SCHNEIDER, Paula Virgínia. Tecnologias da Informação e da Educação.
http:// www.nlink.com.br/~aleixo/informaticanaeducacão.html
hklering@ucs.br
terça-feira, 27 de novembro de 2012
O trabalho colaborativo
A alma do capitalismo é a competitividade. Entretanto, com o surgimento do trabalho colaborativo houve uma ruptura nessa competitividade individual, egoísta, cheias de propósitos pessoais e fechados...
Essa nova era, exige que o homem mostre a sua capacidade e habilidade de trabalhar em equipe, capaz de compartilhar IDEIAS e tomadas de DECISÕES colaborativamente. Segundo Valente:
"trabalhar colaborativamente e cooperativamente onde cada pessoa é responsável pela sua aprendizagem e também pela aprendizagem dos companheiros do grupo, construindo o conhecimento através de discussões, reflexões e tomadas de decisões em grupo. Aprender através de comunidades de aprendizagem demanda o desenvolvimento de postura participativa, ativa e interativa por parte de todos os elemento pertencentes ao processo"(2005).
Assim, o que importa é a interação na aprendizagem, onde o conhecimento se torna mais significativo, no qual as atividades e habilidades passam a ser interdependentes, já que o que realmente importa é a cooperação, é o que Lévy define como "inteligência coletiva": que correspondem a reunião em sinergia dos saberes, das imaginações, das energias espirituais[...] (1999, p.130).
O teórico Vygotsky(1989) é um dos grandes estudiosos que defende o trabalho colaborativo na educação. A interação social é importantíssima para o desenvolvimento cognitivo, que envolve a mediação, a representação mental e a construção da realidade de forma concreta.
Portanto,
a co-laboração na/ em Rede, sem dúvida, pode contribuir para a emancipação do sujeito engajando-o em um genuíno processo de construção autônoma de novos conhecimentos e saberes. Ao deparar-se com a voz e os enunciados do OUTRO, em e-coletivos que estejam abertos à uma participação "horizontal" de todos, o aprendiz põe em movimento a sua capacidade de tolerar o pensamento divergente, de respeitar as crenças e convicções dos diferentes grupos humanos e de considerar legítimos aos pontos de vista da alteridade - de modo não submisso no entanto.(ALVES, Lynn, JAPIASSU, Ricardo e HETKOWSKI, Tânia, 2009).
REFERÊNCIAS:
ALVES, Lynn, JAPIASSU, Ricardo e HETKOWSKI, Tânia. Trabalho colaborativo na/em rede: entrelaçando trilhas produzido colaborativamente. Disponível em: http: // www. comunidades virtuais.pro.br/colaborativo/index.htm. Acessado em 27 de novembro de 2012.
VALENTE, Vânia Rita de Menezes. A formação de professores para Tecnologias da Informação e comunicação no processo pedagógico: Caminhos percorridos pela Rede Municipal de ensino de Salvador. Dissertação(Mestrado) - Programa de Pós-graduação em Educação e Contemporaneidade. Universidade do Estado da Bahia(UNEB), Salvador, 2005.
VYGOTSKY, Lev. A formação social da mente. 6ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
EDUCAÇÃO CONECTADA
Fonte da imagem: conectadoespm.blogspot.com
A busca por uma educação de qualidade
Educar por meio da tecnologia é um dos maiores anseios da sociedade contemporânea. A introdução da tecnologia no ambiente escolar não é garantia e nunca será de qualidade de aprendizagem efetiva, mas se houver investimentos na formação continuada dos professores, na elaboração de projetos pedagógicos fundamentados e aliados à tecnologia, o saber tomará novo formato e concretização.
Conforme Jacques Delors a meta que a educação atual deve buscar e proporcionar aos aprendizes é a possibilidade de aprender a viver, conviver, conhecer e produzir novos saberes. Mas como produzir conhecimento, nessa sociedade ainda repleta de práticas exclusivas?
Eis a questão...
Desenvolver competências e habilidades seria um dos primeiros passos.
A WEB 2.0 E A EDUCAÇÃO
Buscando aprimorar mais o nosso blog, encontrei um artigo científico intitulado:
A WEB 2.0, A EDUCAÇÃO E AS POSSIBILIDADES DE UTILIZAÇÃO PRÓ-EDUCACIONAL DA FERRAMENTA BLOG: NOVAS CONEXÕES DE REDES DE CONHECIMENTO NO CIBERESPAÇO de Alex Sandro C. Sant'Ana (UFPI).
Visitem e boa leitura, para quem se interessar em utilizar a ferramenta blog como aprimoramento das suas aulas.
Um forte abraço,
Joseane.
RESUMO
Este trabalho tem como objetivo apresentar a temática das
tecnologias digitais on-line que têm recebido a denominação de "Web 2.0" e seus
possíveis impactos no campo da educação. O estudo pretende ainda problematizar as possibilidades de utilização da ferramenta blog com um viés educacional a partir de um
estudo de caso. A metodologia de pesquisa utilizada foi o método cartográfico que
objetivou acompanhar a paisagem em mutação que são os processos de utilização das
tecnologias digitais on-line na educação. O
referencial teórico foi variado e estão relacionados predominantemente ao campo da educação e Ciências Humanas. Através do desenvolvimento do presente estudo foi possível observar que há novas tecnologias
digitais on-line surgindo freqüentemente na Internet e a área da educação tem buscado
se apropriar delas intencionando produzir uma aprendizagem mais significativa
com os alunos seja na educação presencial ou na modalidade EaD. Infere-se que esse
fato demandará pesquisas freqüentes sobre essa temática visto que há um
ciclo de inovação intenso em alguns desses serviços on-line, mas, simultaneamente, de
defasagem e descontinuidade de outros.
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